terça-feira, 14 de outubro de 2014

Controle do Diabetes



Controle do Diabetes

Publicado em Tudo sobre diabetes


A pessoa com diabete pode acompanhar o seu controle através de testes que medem a glicose no sangue (Glicemia), na urina (Glicosúria) e também a medida de corpos cetônicos na urina (cetonúria).
Atualmente todos os glicosimetros (aparelhos de medida de glicose capilar -ponta de dedo) sao equipamentos e fabricado no Brasil, e a maioria vem dos Estados Unidos ou Europa.
Praticamente nao se usa mais metodos para medir a glicose na urina, ja que glicemias de ate 180 mg% podem nao ser dectetadas na urina, o exame mostra um valor que ja ocorreu ha algum tempo atras - ate horas e valores menores do que 70 ou menos nao sao difereciados de valores ate 180 mg%. Alem disso o preco das tiras que medem glicose capilar, passaram a ser comparaveis ao preco das tiras de glicosose na urina os picadores de dedo melhoraram muito e a obtencao de sangue passou a ser quase indolor e mesmo criancas muito pequenas aceitam bem as medidas no "dedinho."
Medidas de cetona na urina (cetonuria) continuam a ser muito importantes para os casos quando a pessoa com diabetes, se encontra mal controlada, podendo orientar o tratamento e ajudar a previnir uma ceto-acidose diabetica.


HORÁRIOS IDEAIS PARA MEDIDA
Para quem tem diabetes tipo 2 (não insulino dependente):
a) No mínimo 2 vezes por semana antes do café da manha manhã e antes do jantar.
b) Em situações de stress, infecções ou descontrole do diabetes, diariamente, antes do café da manhã, do almoço, do jantar e de deitar-se.
Nos peridos de ajuste de doses de medicacao oral ou principalmente insulina, pode-se necessitar-se de medidas duas horas apos as principais refeicoes: café, almoco e jantar.


MEDIDAS DE GLICEMIA EM CASA OU TRABALHO
Podem ser feitas facilmente por qualquer pessoa com uso de aparelhos (glicosímetros, cada vez mais marcas existem disponiveis eodos eles de uso fácil e de preço acessível.
Os resultados são quase iguais aos obtidos em laboratório, desde que a técnica de medida e a calibração do aparelho esteja correta. Apesar disso as medidas realizadas por glicosimetros de diferentes marcas, podem variar ate dez por cento, eventualmente mais quando os valores de glicemia sao menores do que 60 mg% e maiores do que 400 mg%.
O mesmo acontece com sangue colhido em laboratorio, se voce quizer checar o seu aparelho, pode leva-lo ao laboratorio e no mesmo momento que colher o sangue na veia, pique a ponta do dedo e use esse sangue para medir. A diferenca e mais ou menos igual ao que acontece com diferentes glicosimetros.


"DICAS" PARA MEDIR A GLICEMIA
Atente para o prazo de validade das fitas. (Leia a bula do fabricante).
Para conseguir uma boa gota de sangue, lave as mãos com água norma, seque com uma toalha limpa e pique o dedo com um lancetor existentes nas lojas especializadas. Tentar puncionar o lado do dedo, que é menos sensível que a ponta dos dedos.
Não use álcool para limpeza do dedo antes da punção, ou se for usá-lo seque antes de obter a gota, se não for feito isso o resultado será alterado.


HORÁRIOS IDEAIS PARA AS MEDIDAS DE GLICEMIA
Quando estiver usando insulinas de ação intermediária, como exemplo: NPH, o melhor horário para medir o seu efeito é no pico de ação de 8 a 12 horas após a aplicação de insulina.
Quando você estiver usando Insulinas de ação rápida, R ou regular, análogos rápidos (Humalog/Novorapid) o melhor horário para medir o seu efeito é de 1 ½ a 2 horas após a aplicação de insulina.
Os pacientes com diabetes tipo 1 bem controlados podem dosar sua glicemia 2 a 3 vezes por semana em horários antes das refeições em alguns dias e após as refeições em outros dias,
Em pacientes diabéticos instáveis, grávidas ou com infecção ou stress grave, essas medidas devem ser diarias no minimo tres vezes ao dia, se possivel antes das refeicoes e apos ( 2 horas) delas alem de ao deitar.


HEMOGLOBINA GLICOSILADA E O CONTROLE DO DIABETES
Hoje em dia não existe mais dúvida de que quanto melhor o controle do diabetes, com taxas de glicemia mais próximas do normal, menor é o risco de acontecerem complicações na pessoa que tem diabetes.
O controle do diabetes é medido através das variações das taxas de glicemia, que acontecem durante o dia, estas medidas servem para avaliar como vai indo o controle da glicemia a cada momento do dia, mas quando se quer medir o controle do diabetes ao longo dos meses, o exame a ser pedido é o da Hemoglobina glicada (mais conhecida como Hemoglobina Glicosilada ou A1C)
A dosagem da Hemoglobina Glicosilada é feita por uma coleta de sangue e este exame mostra como esteve o controle do diabetes, durante os últimos 3 meses.
Os valores da Hemoglobina Glicosilada são dados em percentagens, e o valor normal é de até 6 a 6,3%, dependendo do laboratório.
O método de preferência é chamado de HPLC, outros métodos são aceitos se os valores normais forem iguais os de HPLC, de 6 a 6,3%.
Os valores bons são até 7%, embora hoje em dia exista uma corrente de medicos que acha que valores abaixo de 6,5% sejam ideais.
Alcançar e manter valores de Hemoglobina Glicosilada abaixo de 7%, diminue muito o risco de complicações do diabetes e se estiver abaixo de 6,5% melhor ainda
A medida da Hemoglobina Glicosilada deve ser realizada idealmente a cada 3 meses e no mínimo 2 vezes por ano.
CONTROLE MELHOR O SEU DIABETES - mantenha a Hemoglobina Glicosilada (A1C) menor que 7%.


fonte: Dr. Walter Minicucci - Campinas, SP
retirado do site: < http://walterminicucci.com.br/controle-do-diabetes > em 14.10.2014

Como perder gordura sem perder massa muscular

Poucos indivíduos conseguem perder gordura sem comprometer sua massa muscular. Separamos algumas dicas que vão auxiliar a reduzir as perdas musculares.


Quem tem um treino de musculação bem estruturado sabe que existem fases onde tanto o treinamento quanto a dieta tem o foco na obtenção de massa muscular. Nesse período, altas ingestões calóricas acontecem e quase que inevitavelmente se acumula gordura subcutânea, que prejudica a definição muscular. Desta forma, após atingir o volume muscular desejado, é hora de “secar” e diminuir seu percentual de gordura. Até aí tudo certo, mas como fazer isso sem perder a massa muscular tão arduamente conquistada? Existem diversas maneiras de se fazer isso e já adianto de antemão, é sim totalmente possível baixar o percentual de gordura sem perder massa muscular.


Assim como no período onde você buscava aumentar sua massa muscular, no período de diminuição do percentual de gordura, o treino e a dieta tem de estarem atrelados ao seu objetivo. Você não vai conseguir seu objetivo se tiver um dieta rica em gorduras e carboidratos simples ou se o seu treino não for intenso o suficiente.
Mas se você espera encontrar fórmulas mágicas ou mirabolantes aqui, sinto te desapontar, não encontrará. Nosso corpo segue alguns padrões, que mesmo com sua individualidade, acaba influenciando praticamente todas as pessoas. Veja então alguns fatores que devem ser levados em conta na hora de eliminar sua gordura corporal sem perder massa muscular.

4 dicas para perder gordura perdendo pouca massa muscular

1° Intensifique seu treinamento: um dos erros mais comuns de quem quer “secar” é usar exatamente o mesmo treino do que quando estava na fase de ganho de massa muscular. É imprescindível que nessa fase se tenha uma intensidade de treinamento bastante elevada. Não apenas para a manutenção do que já foi conquistado, mas para o aumento da massa muscular geral. Apesar de este não ser o objetivo principal, é muito importante que o treino tenho o foco no aumento do tamanho das fibras musculares. Até por que sua dieta vai ser mais restrita, mas não em proteínas. Outro fator que faz isso ser importante é que quanto mais músculos tiver, mais rapidamente conseguirá eliminar as reservas de gordura, já que seu metabolismo será acelerado ainda mais.
2° Não descuide das calorias: Muitas pessoas acham que para reduzir o percentual de gordura precisam de dietas restritivas. Mas como já mencionei neste artigo (Por que as dietas restritivas não funcionam?) nosso corpo precisa de todos os nutrientes para que a queima lipídica aconteça e você emagreça de verdade. Você tem que consumir proteínas de maneira equilibrada, pois um dos principais erros quando se quer eliminar gordura corporal é o desequilíbrio entre os nutrientes. Proteína demais, além do que seu corpo precisa, não é absorvida e acaba sendo expelida. Outro fator bastante importante é a questão dos carboidratos, pois como já mencionei neste artigo (Os Carboidratos são mesmo os vilões do emagrecimento?) os carboidratos não devem ser deixados de lado, mesmo que muitas metodologias e dietas assim preguem, pois eles são importantes para a regeneração muscular entre outras funções. A questão toda é equilíbrio e escolher adequadamente seus alimentos. Glicose em excesso é convertida em gordura, mas só em excesso. Coma carboidratos de baixo índice glicêmico e tenha moderação, não é necessário deixar eles de fora de sua dieta.
3° Invista no cardio com moderação: Quem busca eliminar gordura pode ter bons resultados com a prática do cardio, mas com cuidado para não exagerar. Excesso de exercícios predominantemente aeróbicos causam desgaste muscular e podem prejudicar seu treino de força. Sem falar que se o seu treinamento for de alta intensidade, o popular HIT, você terá também uma queima de gordura decorrente deste treino. Em alguns casos, o cardio é totalmente dispensável e onde ele for indicado, uma boa saída é a guerrilha cardio (Guerrilha cardio, uma maneira eficiente de perder gordura).
4° Aposte nos treinos compostos: Se para a hipertrofia, os treinos compostos nem sempre tem um resultado tão positivo, para a queima de gordura eles podem ser de grande valia. Isso por causa de uma característica muito importante, que é a produção de testosterona. Como você vai ter um recrutamento muito maior de fibras musculares, seu sistema endócrino irá liberar mais testosterona. Mas isso só irá acontecer se o seu treino for curto e intenso. Treinos longos, com mais de 40 minutos aproximadamente, irão causar a produção de cortisol, que é o hormônio oposto a testosterona e causa catabolismo de sua massa magra. Invista em treinos que tenham uma intensidade elevada e não ultrapassem a barreira dos 40 minutos na totalidade.
Além de tudo isso, uma outra característica é muito importante para quem busca baixar seu percentual de gordura de forma eficaz, sem perder massa magra. É a paciência e o foco. Nesta fase é necessário muito foco para manter a disciplina e não descuidar nem da dieta, nem do treino e nem do descanso. E paciência para aguardar os resultados, que não vão aparecer da noite para o dia. Por isso, tenha foco no objetivo e paciência para que o processo ocorra de forma natural. Bons treinos!

fonte: 
retirado do site: < http://www.treinomestre.com.br/como-perder-gordura-sem-perder-massa-muscular/ > Em 14.11.2014







sábado, 11 de outubro de 2014

Maçã é aliada da dieta e ajuda a controlar o colesterol


© Fornecido por Minha Vida
A maçã é um fruto muito consumido no mundo todo. É originária da Ásia, sendo cultivada há milhares de anos na Europa e Ásia e trazida para a América pelos colonizadores europeus. 
A maçã pode ser encontrada praticamente o ano todo. Mas os melhores meses são: fevereiro a maio e agosto para a maçã nacional, setembro a dezembro para a Fuji, fevereiro a maio para a gala e novembro e dezembro para a importada. Ela é uma fruta que se conserva por bastante tempo mantendo o seu valor nutritivo. 
Uma unidade possui em média 75 kcal, apresenta baixos teores de gordura e de proteína, mas é rica em fibras. Apesar de possuir quase 20 g de carboidrato, ela é uma fruta de baixo índice glicêmico. Possui boas quantidades de vitamina C e de potássio. Também conta com vitaminas do complexo B e magnésio. 
Um dos principais minerais da maçã é o potássio, indispensável na geração de energia para as células, importante na contração muscular e na transmissão de estímulos nervosos, sendo indispensável para a saúde cardiovascular. 
A presença de fibras, especialmente a pectina do tipo solúvel, produz uma massa gelatinosa que absorve os ácidos biliares no intestino, eliminando-os junto com as fezes. Assim, para formar mais ácidos biliares o organismo mobiliza colesterol sanguíneo. Desse modo, o consumo de maçã pode estar associado com a regulação dos níveis de gordura e colesterol no sangue. 
Além disso, o baixo índice glicêmico associado à presença de fibras torna a maçã uma boa escolha para dietas de redução de peso, por seu poder de saciedade. 
Os seus benefícios à saúde também estão muito relacionados com a presença de um flavonoide chamado quercetina, muito presente na casca da maçã, que possui propriedades farmacológicas, tais como ação anti-inflamatória, antioxidante e até mesmo anticarcinogênica. 
Sua ação anti-inflamatória pode ser relacionada com o impedimento da ação da histamina durante as reações alérgicas e inibindo a formação de leucotrienos. Já o mecanismo de ação da quercetina como agente anti proliferativo de células tumorais é através de sua capacidade anti-mutagênica e de seu poder antioxidante. 
A associação entre fibras solúveis e antioxidantes é responsável pela diminuição do risco de doenças cardiovasculares. As fibras solúveis diminuem a taxa de absorção de gordura intestinal e aumentam a eliminação de colesterol pelas fezes. E os antioxidantes previnem a oxidação e deposição do colesterol nos vasos e tem efeito anti-inflamatório. 
Para se ter os benefícios citados, a melhor forma de consumir a maçã é in natura e com a casca. Quando consumida na forma de suco, por exemplo, o teor de fibras e de nutrientes é reduzido. 
Não existe uma recomendação diária de consumo de maçãs. Estudos com relação a prevenção de câncer, mostram que o consumo de uma unidade por dia pode ter efeitos protetores. Porém o ideal na dieta é a variedade e o consumo de 2 a 3 porções de frutas frescas por dia.

fonte: Minha Vida - por Dra.Patrícia Bertolucci

site: < http://www.msn.com/pt-br/saude/nutricao/ma%C3%A7%C3%A3-%C3%A9-aliada-da-dieta-e-ajuda-a-controlar-o-colesterol/ar-BB8kkzi > em 11.10.2014

Como se preparar para os 5 km de corrida


Treino de corrida: como se preparar para os 5 km


O trajeto de 5 quilômetros representa a primeira marca a ser alcançada pelos aspirantes a corredores. Como muitas provas de corrida abrangem essa distância, este número passa a ser o primeiro desafio dos iniciantes. 
Alcançar o objetivo de 5 km significa desenvolver, principalmente, resistência aeróbia para correr por 35 minutos em média, em ritmo moderado. O treinamento exige uma série de adaptações hormonais, musculoesqueléticas, cardiovasculares e neuromusculares. Por esta razão, é importante considerar que manter 35 minutos de corrida não é uma tarefa fácil para um sedentário, ainda mais se houver quadro de sobrepeso ou obesidade envolvido. 
Quem já pratica alguma atividade física precisa de um tempo menor de adaptação, mas ainda assim, por conta da especificidade do esporte, o período médio de preparo fica em torno de 3 meses. Neste intervalo, o corredor iniciante precisa conhecer algumas variáveis do treinamento, ferramentas importantes para o entendimento do processo de evolução. As mais comuns são o volume, intensidade e densidade. 

Variáveis do treinamento
O termo volume representa a duração, distância ou as repetições de uma mesma série de treino. O volume é o tempo total do trabalho realizado no treinamento e no total de treinos durante a semana/mês ou ano. 
A intensidade representa o trabalho que o indivíduo realiza por unidade de tempo. O trabalho feito pelo indivíduo pode variar de acordo com a carga (volume), velocidade da corrida, variações nos intervalos de recuperação e esforço psicológico. Quanto mais trabalho em um mesmo intervalo de tempo, maior a intensidade. 
© Fornecido por Minha Vida
A densidade está relacionada com a frequência de treino e os intervalos entre estímulo e recuperação. Uma densidade apropriada garante o sucesso de um treinamento.Para iniciantes, o treino deve priorizar o aumento gradativo de volume com intensidades leves a moderadas e frequência mínima de 2 vezes por semana, inicialmente. De acordo com alguns autores, o volume semanal para iniciantes deve ficar entre 15 e 20 km, intermediários entre 30 e 40 km e avançados entre 35 a 50 km, distribuídos entre 3 ou 5 sessões de treinamento. 
Para termos de organização e planejamento, as sessões de treino deveriam abranger percursos aproximados de 5 km por treino, contudo no início é mais comum que tomemos o tempo da sessão de treino como prioritário. Sessões de 40, 45 minutos já são suficientes para causar adaptações importantes ainda que não sejam percorridos 5 km. Com o treinamento será possível aumentar a distância percorrida no mesmo intervalo de tempo. 
Tipo de treino
O treinamento intervalado é o melhor treino para iniciantes; nele são intercalados momentos de intensidade moderada (corrida) com intensidades leves (caminhadas). Dessa forma, a corrida representa estímulos para adaptações do corpo e a caminhada representa o momento de recuperação para novos estímulos. Nesse tipo de treino é possível manter um tempo total de exercício razoável (40/45 min) sem que a exaustão seja grande. 
Exemplo básico de treinamento intervalado
-Parte inicial: 10 minutos de movimentos para aquecimento e caminhada.
-Parte principal: 30 minutos divididos em 6 séries de 5 minutos. Em cada série de 5 minutos, você corre 2 minutos com intensidade leve e caminha 3 minutos.
-Parte final: caminhada por 5 minutos. 
Nesse formato, o tempo de corrida pode aumentar de 30 a 60 segundos por treino, sempre mantendo a caminhada de 2 minutos no mínimo para intervalo. Quando for possível correr 10 minutos na sequência, tente fazer duas séries de 15 minutos de corrida com 5 minutos de intervalo entre as duas séries. A intensidade deve ser confortável, na qual seja possível conversar com alguém. Somente após ser possível correr em torno de 30 minutos é que melhorar o ritmo de corrida pode ser importante. 
De modo geral, 1 km pode ser percorrido confortavelmente entre 6 e 7 minutos; esse tempo pode ajudar na orientação quando a corrida é feita em parques nos quais não existe indicação de marcação. 
A fase inicial de treinamento deve ser feita com paciência e cuidado, a fim de evitar lesões em um período no qual os músculos, articulações e metabolismo não estão preparados para grandes esforços. A caminhada de duas semanas é muito importante para quem não pratica nenhuma atividade aeróbia, assim como manter intervalos de descanso entre as sessões de treino. Comece com 2 vezes por semana no primeiro mês, depois evolua para três vezes. Assim, em 3 meses 5 km será uma distância alcançada com facilidade, segurança e satisfação.



fonte: Minha Vida
retirado do site: <http://www.msn.com/pt-br/saude/saude/treino-de-corrida-como-se-preparar-para-os-5-km/ar-BB8msUt > em 11.10.2014

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Creatina para Atletas

Creatina para atletas




Um dos suplementos mais utilizados para tais benefícios é a creatina. 
Ela é um composto formado pelo nosso organismo a partir dos aminoácidos: arginina, metionina e glicina. Substâncias essas que são resultados de procedimentos que proporcionam uma melhora no desempenho esportivo.
A creatina é conhecida praticamente no mundo todo, tanto por atletas praticantes de musculação quanto de outras modalidades, das mais variadas. A eficácia da creatina é de curta duração, e é considerada o suplemento ergogênico mais eficaz para os atletas. 


A creatina é a principal molécula de ressíntese de ATP, pois quando sua concentração é aumentada pela suplementação, a ressíntese de ATP é mais eficaz e a recuperação é mais rápida.
Ela tem o poder de aumentar o peso de um indivíduo em pouco tempo, pois ajuda na composição da água corporal total. É um composto de aminoácidos obtido por meios exógenos, através da alimentação ou suplementação. Em sua forma endógena, ela é sintetizada pelo fígado, pâncreas e rins. Praticantes de atividade física podem utilizar creatina, mas sempre respeitando suas reais necessidades.


A suplementação para atletas é realizada na forma de creatina mono-hidratada, que consiste em um pó branco solúvel em água. O consumo de creatina juntamente com glicose (carboidratos), tem o poder de aumentar o conteúdo muscular, contribuindo para uma maior absorção e rendimento físico. Ocorre uma elevação na captação de creatina pela fibra muscular, fazendo com que consequentemente, sua ingestão com este carboidrato simples aumente o efeito ergogênico.

 
A creatina tem um ótimo desempenho no rendimento físico de atletas que praticam exercícios de alta intensidade e curta duração, alternados e de rápida recuperação. Durante o exercício intenso, a sua quebra libera energia usada para impulsionar os níveis de força, ajudando no ganho, no tamanho e na força do músculo, prevenindo o estrago no tecido muscular ocorrido após exercícios físicos intensos.


A creatina é utilizada principalmente por atletas e fisiculturistas. É também usada para ajudar pessoas com doenças que enfraquecem a musculatura, indicada também para idosos que apresentam perda de massa muscular, fraqueza, e até mesmo doença de Parkinson e fibromialgia, que é uma doença dolorosa e crônica na musculatura.


Porém é importante lembrar que não basta suplementar, antes disso precisa ter um treino e uma alimentação regrada.


Dentre as Fontes Alimentares ricas em creatina podemos citar:
Carne vermelha e peixes, como o salmão. 

 salmão é considerado o combustível do crescimento, pois ajuda na formação dos músculos. É um alimento proteico, com grandes quantidades de ômega 3, gordura essa que ajuda na recuperação da massa muscular.




carne vermelha  é rica em creatina, ajudando assim na construção muscular. Contém ferro, zinco, niacina (vitamina B3) e vitamina B12, nutrientes essenciais para se obter bons resultados.




É importante sempre lembrar que a suplementação deve ser de acordo com as reais necessidades do indivíduo. Por isso, antes de iniciar uma suplementação consulte um nutricionista para avaliar e orientar seu consumo. Suplemente a vida com saúde na dosagem certa.




(por Caroline - Nutricionista Curitiba apud Nutrição em Foco) 

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

10 dicas do Guia Alimentar para crianças menores de 02 anos de idade

10 dicas para crianças menores de 02 anos - Guia Alimentar

"O Ministério da Saúde recomenda que bebês de até seis meses devem se alimentar exclusivamente com leite materno. Após esse período, o organismo da criança está preparado para receber alimentos além do leite. Para auxiliar os pais nessa tarefa e garantir uma alimentação saudável das crianças brasileiras menores de 2 anos, os profissionais da Atenção Básica contam com um guia elaborado pelo Ministério da Saúde. 
Os primeiros anos de vida são de intenso desenvolvimento. Por isso, deficiências nutricionais ou condutas inadequadas na alimentação podem prejudicar o crescimento das crianças e até resultar em morte ou sequelas futuras, como atraso escolar e desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis.
A iniciativa faz parte da Estratégia Nacional para Promoção da Alimentação Saudável (Enpacs) e traz 10 passos simples para pais cuidadores nesta primeira fase de vida das crianças. Confira:

Os 10 passos da alimentação saudável
Passo 1: Dê somente leite materno até os 6 meses de vida da criança, sem oferecer água, chás ou qualquer outro alimento. O Leite materno contém tudo que a criança precisa nesta fase, inclusive água. O leite dos primeiros dias pós-parto, chamado de colostro, é produzido em pequena quantidade e é o leite ideal nos primeiros dias de vida, até para bebês prematuros, pelo seu alto teor de proteínas.

Passo 2: Ao completar 6 meses, introduza de forma lenta e gradual outros alimentos, como papa de frutas e para “salgada”, preparada com vegetais e com carne na consistência de purê. É muito importante manter o leite materno até os dois anos de idade ou mais, pois ele continua alimentando a criança e protegendo-a contra doenças. Com a introdução dos alimentos complementares é importante que a criança receba água nos intervalos. A água oferecida deve ser a mais limpa possível (tratada, filtrada e fervida). 

Passo 3: Ao completar 6 meses, os pais podem dar alimentos complementares, como cereais, tubérculos, carnes, leguminosas, frutas e legumes três vezes ao dia, composto também por grãos (cereais e feijões), e verduras. Complementa-se a oferta de leite materno com alimentos saudáveis que são mais comuns à região e ao hábito alimentar da família. Os alimentos complementares contribuem com o fornecimento de energia, proteína e micronutrientes, além de preparar a criança para a formação dos hábitos alimentares saudáveis no futuro.

Passo 4: A alimentação complementar deve ser oferecida de acordo com os horários de refeição da família, em intervalos regulares e de forma a respeitar o apetite da criança. Geralmente há uma expectativa muito maior sobre a quantidade de alimentos que as crianças necessitam comer. Assim, a oferta de um volume maior de alimentos que a capacidade gástrica da criança pequena, resulta na recusa de parte da alimentação, podendo causar ansiedade dos pais ou cuidadores. Por outro lado, no caso da criança maior, este comportamento pode ser um fator de risco para ingestão alimentar excessiva e sobrepeso da criança. Lembre-se que o tamanho da refeição está relacionado positivamente com os intervalos entre as refeições. Isto é, grandes refeições estão associadas a longos intervalos e vice-versa. É importante que o intervalo entre as refeições seja regular (2 a 3 horas).

Passo 5: A consistência da alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida de colher. Gradativamente, os pais e cuidadores podem iniciar com a consistência pastosa (papas/purês), aumentando a consistência aos poucos até chegar à alimentação da família. Como a criança tem capacidade gástrica pequena e consome poucas colheradas no início da introdução dos alimentos complementares, é necessário garantir o aporte calórico com papas de alta densidade energética. As refeições, quanto mais espessas e consistentes, apresentam maior densidade energética (caloria/grama de alimento), comparadas com as dietas diluídas, do tipo sucos e sopas ralas.

Passo 6: Oferecer à criança diferentes alimentos ao dia. Uma alimentação variada é uma alimentação colorida. Os nutrientes estão distribuídos nos alimentos de forma variada, e estes são classificados em grupos, de acordo com o nutriente que apresenta em maior quantidade. Por exemplo, no grupo das frutas o mamão é fonte de vitamina A e o caju é fonte de vitamina C. A oferta de diferentes alimentos, durante as refeições, como frutas e papas salgadas, vai garantir o suprimento de todos os nutrientes necessários ao crescimento e desenvolvimento normais. As carnes e o fígado, além de conter o ferro orgânico de alto aproveitamento biológico, facilitam a absorção do ferro inorgânico contido nos vegetais e outros alimentos, mesmo que adicionados em pequenas porções.

Passo 7: Estimular o consumo diário de frutas, verduras e legumes nas refeições. A criança que desde cedo come frutas, verduras e legumes variados, recebe maiores quantidades de vitamina, ferro e fibras, além de adquirir hábitos alimentares saudáveis. As frutas, legumes e verduras são as principais fontes de vitaminas, minerais e fibras. Os alimentos do grupo dos vegetais podem ser, inicialmente, pouco aceitos pelas crianças pequenas. Normalmente, elas aceitam melhor os alimentos com sabor doce. É importante não substituir o almoço e jantar por refeições lácteas ou lanches. A criança deve receber uma preparação mais elaborada nesses horários.

Passo 8: Evite açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinho e outras guloseimas, nos primeiros anos de vida. Também utilizar o sal com moderação. Já foi comprovado que a criança nasce com preferência para o sabor doce, portanto a adição de açúcar é desnecessária e deve ser evitada nos dois primeiros anos de vida. Essa atitude vai fazer com que a criança não se desinteresse pelos cereais, verduras e legumes, aprendendo a distinguir outros sabores.

Passo 9: Cuide da higiene no preparo e manuseio dos alimentos; garantir o seu armazenamento e conservação adequados garante a saúde da criança. Os cuidados de higiene na preparação e na oferta dos alimentos evitam a contaminação e doenças como a diarreia. Os maiores problemas dessa ordem são a contaminação da água e alimentos, durante sua manipulação e preparo, inadequada higiene pessoal e dos utensílios, alimentos mal cozidos e conservação dos alimentos em temperatura inadequada. Os alimentos consumidos pela criança ou utilizados para preparar as suas refeições devem ser guardados em recipientes limpos e secos, em local fresco, tampados e longe do contato de moscas ou outros insetos, animais e poeira. As mãos devem ser bem lavadas com água e sabão, toda vez que for preparar ou oferecer o alimento à criança.

Passo 10: Estimule a criança doente e convalescente a se alimentar, oferecendo sua alimentação habitual e seus alimentos preferidos, respeitando a sua aceitação. A criança doente precisa comer mais para não perder peso e recuperar-se mais rápido. Por isso, é importante manter a amamentação e oferecer os alimentos saudáveis de sua preferência. Por exemplo, a criança com infecção ingere menos alimentos pela falta de apetite, porque está vomitando ou porque sente cólicas e gasta mais energia devido à febre e ao aumento da produção de alguns hormônios e anticorpos. O aleitamento materno é a melhor e mais eficiente recomendação dietética para a saúde da criança pequena. O leite materno protege contra as infecções e contribui para que elas sejam menos graves, fornecendo agentes imunológicos eficazes e micronutrientes que são melhor absorvidos e aproveitados. Logo que a criança recupere o apetite os pais podem oferecer mais uma refeição extra ao dia, pois no período de convalescença o apetite da criança aumenta para compensar a inapetência da fase aguda da doença."

por Bia Magalhães /Blog da Saúde
fonte: http://www.blog.saude.gov.br/

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Dicas para eliminar as "gordurinhas"


(por Dra. Ingrid Ferreira - nutricionista e coach)
                nutricoach7@gmail.com




O objetivo de uma dieta saudável é assegurar a boa forma, vitalidade, um bom funcionamento do sistema imunitário, cabelo e pele saudáveis, energia abundante e um peso ideal. A longo prazo, este hábito saudável passa a ter também a função de minimizar riscos de surgimento de doenças crônicas como, por exemplo, as doenças cardiovasculares, infartes, diabetes e osteoporose.

Nosso corpo precisa de bons alimentos e do tempo e energia necessários para processá-los e utilizá-los no seu metabolismo. Seguindo uma boa adequação e equilíbrio (quantidade e qualidade) desses alimentos, suas funções de produção e reparo de tecidos, além da manutenção do sistema imunológico terão funcionamento esperado. Isso permitirá que o corpo execute suas tarefas diárias com facilidade, vigor e energia necessários.


Seguem, então, algumas dicas para eliminação das "gordurinhas" que, além de incomodar muitas pessoas, esteticamente; também podem ser uma das responsáveis para surgimento de dores, cansaço e doenças cardiovasculares.

Evite alimentos gordurosos e frituras. 
Insira em sua alimentação, alimentos ricos em fibras e alimentos que acelerem o metabolismo.
Atividades físicas são excelentes aliadas à alimentação saudável.
Tratamentos estéticos também são boas opções para alcançar os objetivos de eliminação das gordurinhas.

Inspire-se e Mãos à obra!


Alimentos fibrosos
Auxiliam na absorção das gorduras, eliminando-as através das fezes e da urina. 
Grãos em geral, frutas e hortaliças são bons exemplos de alimentos ricos em fibras. 


Hidratação
Sempre faça ingestão regular de água e sucos (de preferência das frutas)
A água é o componente presente em maior abundância no organismo. O corpo não possui reservas de água e por isso ela deve ser reposta a cada vinte e quatro horas para manter a saúde e as funções básicas do organismo.





Alimentos termogênicos
São capazes de acelerar o metabolismo das gorduras e eliminá-las mais rapidamente. Bons representantes deste grupo de alimentos são canela, gengibre, pimenta e chá verde. 


Atividades aeróbicas
Atividades físicas são excelentes aliadas da alimentação saudável e equilibrada. Quem deseja eliminar gordura precisa fazer exercícios aeróbicos, pois esse grupo de atividades acelera o metabolismo e facilita a desejada queima de gordurinhas. Faça, pelo menos, 40 minutos diários de corrida, caminhada, natação ou bicicleta.

Nunca se esqueça de, antes de iniciar qualquer atividade, buscar liberação de seu médico e, somente após os exames realizados e liberação concedida, buscar seu educador físico para melhores orientações e indicações dos exercícios mais eficientes para seus intuitos. 


Tratamentos estéticos
Existem no mercado vários tipos de massagens redutoras e modeladoras e outros procedimentos que podem ser aliados da boa alimentação e atividades físicas. Drenagem linfática, Massagem modeladora, automassagem são alguns desses procedimentos.
No entanto, vale mencionar que isolados nenhum deles é eficaz na eliminação das gordurinhas indesejadas.

As palavras de ordem são: ALIADOS e FOCO!

Mantenha o foco! Não o perca, mesmo quando der aquela "escorregadinha" na dieta. Escorregou, caiu. Levante-se e prossiga! Alie atividade física, boa alimentação e massagens. Sempre sob orientação de profissionais capacitados a te ajudar!







fontes:
  • Alimentação Saudável - org
  • EfDeportes - Alimentação e Hidratação para atletas